ALUNOS DEPRESSAO INFANTIL ESCOLA
Quando a porcentagem de alunos com necessidades especiais devido à depressão supera o nível de um de cada três, o grupo deixa de ser inclusivo para converter-se num salão de educação terapêutica. À medida que a percentagem de alunos com desníveis graves ou com perfil de risco se acerca ao 50%, distancia-se mais o salão de um modelo inclusivo.
Este tema apresenta uma grande aplicabilidade em uma monografia ou um trabalho de conclusão de curso de Pedagogia ou Psicologia, assim, a Monografia AC criou este material monografico de suporte para uma monografia pronta
Em uma sala de aula onde se implementam melhores práticas, a percentagem de alunos com fatores diferenciadores devido à depressão deve refletir a proporção natural do colégio. Usualmente, aproximadamente 11% da população geral de alunos foi identificada como elegível para receber serviços de educação; portanto, num mundo perfeito, a inclusão devesse refletir que aprox. um de cada dez alunos num salão tenham um PEI.
Em realidade, numerosos fatores (por eixo. relacionados com o cronograma e o professorado) impedem a inclusão em sua proporção natural. Com freqüência, os alunos com desníveis emocionais ou sociais conformam mais de 11% da população do salão. Os Diretores efetivos tentam manter no ambiente inclusivo uma percentagem adequada de alunos de educacao especial. (SATTIR, 1993)
O ambiente escolar deve entender que este é um transtorno susceptível de ser tratado com sucesso. Além de que, se se tem algum conhecimento de sua dinâmica, é possível inclusive que pessoas sem estudos especializados intervenham com probabilidades verdadeiras de conseguir uma evolução positiva.
Os pais ou adultos a cargo das crianças ou jovens afetados podem tentar diferentes ações e se trata basicamente de trabalhar sobre as situações que afetam na depressão que viva o menino ou adolescente. Isto possibilita a oportunidade de superar este problema em curto tempo, é importante fazer tudo o possível por armar uma equipe de trabalho multidisciplinar.
É necessário considerar as principais e mais freqüentes situações que ocorrem nas depressões infantis como as situações de perda específicas de pessoas (lutos e separação), de animais, de coisas (brinquedos, computadores, etc.), em relação a pessoas individuais como rejeição e expulsão de grupo, deterioração da estima em ambientes acadêmicos, em círculo de amizades, no seio da família. (ARIES, 1991). Um artigo cientifico ou mesmo uma monografia sobre este tema sem dúvida fará muito sucesso.
Os responsáveis devem tratar de evitar o que estimule sentimentos negativos, diminuir as expressões de consolo ao mínimo e substituindo-as por apoio e ajuda. Tentar desviar a atenção no possível dos fatos perturbadores (distrair a criança ou jovem com jogos, passeios, reunião com amigos ou familiares, TV, etc.).Deve-se estimulá-lo ao desenvolvimento de méritos valorizados no ambiente de que se trate, estimulando-os a fazer coisas consideradas úteis que abram a possibilidade de algum reconhecimento ou lhe permitam a alguém felicitá-los por isso. Explorar a possibilidade de compensação ou substituição como fazer-se de um novo animal, presentear-lhe outro brinquedo, compensá-lo com expressões afetivas razoáveis. Procurar outras alternativas de satisfação, outros grupos, outras atividades, entretenimentos ou outras amizades. Pode-se estimula-lo a integrar-se a outros grupos em que tenha melhores possibilidades de ser acolhido. O que pode realizar-se dentro da mesma escola, comunidade, ou em outros grupos como escoteiros, ou esportes.
A família é o meio mais imediato do jovem ou criança, seu microcosmos e em seus cuidados e atendimento se baseia a possibilidade de sobrevivência do sujeito humano, mas não só sua sobrevivência física, senão pessoal já que o menino desde os 0 meses até os 3 anos, desenvolve todos os elementos básicos com os que mais tarde vai construir sua vida futura: linguagem, afetos, hábitos, motivações. (SATTIR, 1993).
A afeição com o que a mãe e o filho se dedicam mutuamente é o veículo de uma adequada integração social e pessoal do menino. Os apegos inseguros se relacionaram com todo tipo de problemas de conduta e também com a depressão, bem como uma afeição segura é a meta ideal de prevenção da aparição de depressão infantil. Assim mesmo a depressão materna aparece claramente definida como um dos fatores de risco associados ao desencadeamento de uma depressão na criança.
Mais tarde também são indispensáveis para o normal desenvolvimento emocional do menino as boas relações com os pais. Uma e outra vez numerosos especialistas assinalaram como as más relações com os pais são a fonte específica de muito diversos problemas infantis, e também claro está da depressão.
Em relação com a família também se estudou o já que se ocupa entre os irmãos. Em muitas investigações surge a posição intermédia como a mais vulnerável a desenvolver transtornos de tipo emocional.
Os pais devem prestar especial atenção à construção de uma adequada auto-estima e auto-eficiência na criança, bem como incentivar neles a capacidade de afrontamento, e o manejo adequado da frustração, tudo isso constitui a prevenção primária da depressão.
Quanto à escola, sabe-se que a localização precoce de qualquer deficiência de aprendizagem numa criança e sua pronta solução é imprescindível para conseguir uma situação de progresso normal e aceitável, eliminando assim a possibilidade de transtornos afetivos que impliquem no surgimento da depressão infantil
Muitos autores relacionaram a depressão com o rendimento escolar, umas vezes considerando-o como causa e outras como efeito da depressão. De fato uma criança deprimida pode baixar sua execução na escola mas também pode começar seus sintomas depressivos por um fracasso acadêmico. Dali radica a importância de uma boa avaliação e seguimento por parte do professor para detectar estas mudanças no aluno. (SATTIR, 1993).
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